Dino Rangel apresenta seu 2º cd com participação dos músicos Márcio Bahia(bateria), Zé Canuto(sax, flauta e arranjos), Mazinho Ventura(baixo), Marcos Nimrichter(piano e acordeon), David Feldman(piano), Ney Conceição(baixo) e Beth Bruno(vocal); com composições de autores como Guinga, Tom Jobim, Garoto, Dori Caymi, Victor Assis Brasil, o cd do guitarrista passeia pelo samba, choro, toada, baião e frevo. Dino homenageia o cronista Rubem Braga(As Boas Coisas da Vida), com o título “Partir...Voltar”, sugerindo como no título do livro, uma das melhores coisas da vida, numa alusão a música de improvisação, ou seja, partir, improvisar, viajar, depois voltar fazendo com que toda essa “viagem”(improviso) faça sentido.

Dino estudou com Sergio Benevenuto e Yan Guest, pouco tempo depois foi pra Nova lorque tocando com grupos brasileiros e também ter aulas com guitarristas de jazz, regressando ao Brasil em 1991, dando início à carreira profissional. 
Participou dos grupos Suzete Drinks, Palha de Milho, Saloon&Cia; acompanhou a cantora Beth Bruno e o cantor e compositor Fred Martins. Em 1994, excursionou por vários países da Europa com o grupo Brasiliana. Participou de shows e gravações com Watusi, Vanessa Barum, Marvio Ciribelli, Felicidade Susy, Bia Bedran, Baby do Brasil, Ithamara Koorax, Keiko Omata, Ednardo; na música instrumental atuou ao lado de Guinga, Léo Gandelman, Arthur Maia, Marcelo Salazar, Jorge Pescara, PC Barros, Rogério Souza, Zé Canuto.

Em 1998 estréia seu primeiro disco solo pelo selo Niterói Discos, assinando a metade das dez faixas do CD "Café", enquanto o trompetista Luisão Ramos fornece três composições. Tom Jobim e Peter Pan ganham inspiradas releituras de "Antígua" e "Se queres saber", respectivamente. Acompanhado por músicos como Arthur Maia, Zé Canuto, Márcio Bahia, Marcos Nimrichter e Cláudio Infante, entre outros, Dino também é o arranjador da maioria das faixas gravadas no Castelo Studio. Como curiosidade, vale registrar que a faixa "Even Eight", gravada em 1990, em Nova lorque, conta com os teclados de Edward Simon, o baixo de Paul Socolow e a bateria de Zach Danziger. 

Em 2001 participa do cd “JAZZ FROM BRASIL”, compilação do jornalista e produtor Arnaldo DeSouteiro, com a faixa ANTÍGUA (Tom Jobim), junto de Eumir Deodato, Cláudio Roditi e Ithamara Koorax, lançado no Japão, Europa e EUA, indicado para o GRAMMY como melhor álbum Latin Jazz.   Participa da compilação do 6º “Compasso, Samba & Choro”(2003) da gravadora Biscoito Fino. Foi selecionado em 2º lugar no edital da Niterói Discos(2006) ao lado de Ronaldo do Bandolim, Rogério Souza e Luiz Alves, para gravar seu 2º cd solo.

Dino Rangel vem se apresentando em Trio ou quarteto ao lado de Marcio Bahia, Mazinho Ventura, Marcos Nimrichter e/ou Zé Canuto; também ministrando oficina de guitarra, em diversos festivais pelo Brasil como:

Goyaz Festival-GO
Macaé Summer Instrumental-RJ   
Festival de Inverno de Domingos Martins–ES
Savassi Festival-BH-MG
Festa da Música-BH-MG
Ipatinga Live Jazz-MG
Tim Valadares Jazz-MG
Musifest Niterói-RJ 
Londrina Jazz-PR 
Joinville Jazz-SC
Festival de Inverno de Itaipava-RJ
Ibitipoca Jazz Festival-MG
Festival Jazz&Blues de Guaramiranga-CE 
Sesc Paulista-SP
Sesc Campinas-SP 
Sesc Consolação-SP 
Sesc Bauru -SP
Sesc SJ dos Campos-SP 
Sesc TeresÍ polis-RJ
Sesc SJ de Meriti-RJ 
Sesc São Gonçalo-RJ  
Sesc Niterói-RJ  
Série lançamentos/Sofitel-RJ
Valda Momento Instrumental-RJ   
IBEU Cultural-RJ   
Instrumental Rio das Ostras-RJ   
BNB-Fortaleza-CE   
Compasso, Samba & Choro- Paço Imperial – RJ 
4º Prêmio Visa MPB Instrumental-SP



CRÍTICA

[...] Partir...Voltar é o novo album do guitarrista Dino Rangel[...]os arranjos
são criativos e as execuções, primorosas. A mistura de jazz com música
brasileira marca o estilo de Rangel[...]
RODOLFO ROCHA - Revista Guitar Player

[...]"Em Partir...Voltar, seu segundo cd, o mÍ sico fugiu dos fáceis clichês
jazzisticos-bluseiros e mostrou seu sotoque brasileiros em interpretações
repletas de suingue em choros, sambas e frevos"[...]
FÁBIO CARRILHO - Revista Cover Guitarra

[...]"Dino Rangel combina técnica com inventividade em doses equivalentes, com fluência invejável"[...]
JOSÉ DOMINGOS RAFFAELLI - O Globo

[...]"Guitarrista de excelente técnica, Rangel passeia pelo jazz instrumental com passos firmes, mostrando que tem qualidade e repertório de craque."
MÁRIO GONÇALVES - Revista Backstage

[...]"Dino Rangel faz um jazz refinado, de bom gosto. Mistura suas influências de música popular brasileira para criar belas harmonias e melodias. Os improvisos demonstram sua técnica e feeling"[...]
DAVID HAPNER - Revista Guitar Player


[...]"Dino Rangel esbanja agilidade na compreensão harmônica[...]Guitarrista de boa técni ca e inteligente no que concebe de harmonia, apresenta um trabalho de essência brasileira"[...]
ANTÔNIO JORGE CAVALCANTI NETTO - Rádio Catedral

[...] "solos modelares, expressividade e personalidade[...] Dono de refinada técnica, Dino alcança uma expressividade de potencial internacional, realizando solos perfeitamente articulados, sem desperdiçar uma nota sequer”[...]
ARNALDO DESOUTEIRO - Tribuna Bis